Fora de Série | 2012 - 2013

série

(latim series, -ei, conjunto de objectos interlaçados, encadeamento, ordem)

s. f.

1. Sucessão de coisas que se continuam ou que vêm umas após outras. = sequência

2. Separação de coisas iguais por diferença de data, de cor, de número, etc. = classe, categoria

3. Cada uma das divisões de uma sequência de objectos classificados.

4. Quantidade considerável de algo (ex.: resolveu uma série de problemas).

5. [Cinema, Televisão] Obra televisiva ou cinematográfica dividida em episódios, cada um com a sua unidade, que são geralmente difundidos com intervalos regulares (ex.: série policial). = seriado

6. [História natural] Disposição dos seres pela ordem natural das suas afinidades.

7. [Matemática] Sequência crescente ou decrescente de termos segundo uma lei determinada.

8. [Marinha] Colecção de bandeiras ou objectos que servem para os sinais marítimos.

9. [Química] Reunião de corpos orgânicos e homólogos.

de série: que vem incluído no modelo normal (ex.: carro com ar condicionado de série)

em série: numa grande quantidade para o mesmo modelo (ex.: produção em série).

fora de série: que é muito original ou de grande qualidade. = excepcional

 

  • Fora de Série | 2012 - 2013

    A programação regular é complementada com projectos que por diversas linguagens, permitem o desenvolvimento estrutural de processos educativos e artísticos, muitos deles de alcance social.

  • Ao Alcance de Todos | 2012 - 2013

    Inclusão é uma palavra maior no léxico da Casa da Música. Mais do que palavra, é um gesto contínuo para abraçar toda a sociedade, o que significa ir ao encontro de novos públicos, intervir junto de comunidades de contextos sociais distintos e envolver em experiências criativas quem, por contingências várias, raramente tem uma vivência musical positiva. Assim se chega a esta semana temática que, ano após ano, revela a música enquanto espaço de realização pessoal e valorização da identidade comunitária; de oportunidade e diálogo.

    Ao Alcance de Todos compõe-se de projectos de dimensão social e artística, muitos deles integrados em actividades regulares, realizados com grupos de cidadãos que apresentam fragilidades particulares.

    Não sendo músicos, são também eles os construtores desta Casa, os protagonistas de intervenções que merecem ser partilhadas com o público em geral. Frequentemente, o palco pertence-lhes por mérito próprio: através de propostas emocionalmente intensas, pautadas pela qualidade, reflectem a musicalidade inerente a qualquer ser humano. É o caso, nesta edição, dos espectáculosExperimentum Mundi, em que artesãos fazem a música acontecer com ferramentas dos seus ofícios, e Dança InclusivE, com um elenco composto por elementos da CERCIGUI; ou das performances dasComunidades Sonorassurgidas no seio do projectoA Casa vai a Casa. Esta semana reflecte, também, uma experimentação consciente de novas abordagens artísticas e o investimento na criação de instrumentos e interfaces, disponíveis em workshops, que permitem fazer música de um modo simples e intuitivo.

    Sejam, pois, bem-vindos. A Casa é vossa, é de todos

  • Hot Spots | 2012 - 2013
    Tecnologia e música surgem associados em espaços, instalações e objectos de carácter interactivo que podem ser explorados livremente por quem visita a Casa da Música. Nestes Hot Spots são várias as experiências musicais/ sonoras que proporcionam resultados imediatos.
  • Itinerâncias | 2012 - 2013

    O Serviço Educativo investe continuamente em produções próprias que, uma vez apresentadas na Casa da Música, estão preparadas para outros palcos, nacionais e estrangeiros. Destas Itinerâncias constam workshops, concertos e projectos artísticos, todos assentes em modelos originais de comunicação musical.
    Prometeu na Gongolândia foi o primeiro projecto itinerante a sair da Casa – em Fevereiro de 2011 este espectáculo épico, construído em torno do gamelão, chegava a Barcelona. Seguiu-se a participação do Digitópia Collective no Serralves em Festa 2011 ou a presença da Digitópia Itinerante na Fundação Calouste Gulbenkian, em Fevereiro de 2012, no âmbito do projecto Descobrir. Mais recentemente, a Stopestra! – formação com mais de 100 músicos profissionais e amadores, liderado por Tim Steiner – integrou o festival Optimus Primavera Sound, no Porto.

    Para 2013 estão já agendadas apresentações da Digitópia Itinerante na Fundação Calouste Gulbenkian (Fevereiro) e no Palau de La Musica Catalana (Abril). Nascido, como o nome indica, para a itinerância, este é um projecto autónomo que espelha a diversidade de recursos tecnológicos à disposição da música existentes na Digitópia. Dotada de equipamento próprio, a Digitópia Itinerante desloca-se a instituições para residências de uma semana ou para actividades que duram algumas horas ou um dia inteiro.

    No mesmo ano, mas em Março, o Serviço Educativo volta ao Palau de La Musica Catalana com uma outra proposta: o workshop Percussão Corporal (segmento Músico por Um Dia).


    E estes são apenas alguns exemplos de projectos, concertos e actividades sempre preparados para se fazerem à estrada. De bagagem pronta estão, designadamente, a Orquestra Som da Rua, formada por cidadãos que conhecem bem a rua; a Orquestra de Guitarras e Baixos Eléctricos, um colectivo singular e... poderoso; ou o Srosh Ensemble, situado nos domínios da música experimental.

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